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A ideia de trabalhar com fosforescência nas minhas obras nasceu de um desejo simples, querer pintar o céu estrelado. Cada obra carrega três paisagens. Uma iluminada pela luz natural, outra revelada sob a luz UV, e uma terceira que existe apenas no escuro, mas carregada, viva, guardando em si a luz que absorveu.

Esse fenômeno onde a luz parece emergir de dentro da matéria, e não apenas incidir sobre ela é quase mágico. A luz aprisionada se liberta lentamente, como se a matéria respirasse claridade.

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